terça-feira, 27 de março de 2012

Escrever com imagens e sons

Desde que iniciei o curso de jornalismo minha grande vontade foi trabalhar na área impressa. Atraia-me muito a possibilidade da escolha do leitor. Ele poderia me escolher entre tantas matérias, poderia seduzi-lo com um título agradável e com uma boa reportagem. Sem contar que em jornais, revistas e etc, realmente há essa escolha, desde quando se compra um periódico e deixa o outro na banca.

Ah mais na TV você não pode mudar de canal?E no rádio não se pode mudar de estação? Sim, claro, mas relação com a leitura é mais intimista. Você, provavelmente tem seu livro de cabeceira e aquela revista que esperas ansiosamente no final de semana ou mês.

Este semestre eis que tenho duas novas matérias: telejornalismo e radiojornalismo. Além da preocupação com a redação jornalística, agora, tenho que me preocupar com imagens e sons. Minha primeira locução na aula de rádio foi triste. Não consegui dar a expressão e tom necessários para a notícia .E o teste do telepromoter, nem me arrisquei a fazer.

Pensei “nossa isso é difícil, hein?”. È como se os personagens do texto ganhassem voz e movimento. E de fato é isso mesmo. Parece que eles saíram das minhas matérias e ganharam vida. Agora, preciso trabalhar com eles, ouvi-los bem, dá o seu espaço necessário, escutar e escutar. E para estar conectados com eles, é importante que eu também dê a entonação necessária, consiga passar justamente a mesma mensagem.

Vamos esperar para ver a história ganhar movimento e cores...